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Hospital de São Sebastião
Hospital de São João da Madeira
Hospital São Miguel 

O Hospital de São Sebastião iniciou o seu funcionamento em 4 de Janeiro de 1999, na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 151/98, de 5 de Junho. Foi dotado de um estatuto jurídico que consagrava um modelo de gestão próprio, constituindo a primeira experiência de gestão empresarial no conjunto de Hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Assim, podia recorrer a métodos, técnicas e instrumentos habitualmente utilizadas pelo sector privado, designadamente a celebração de contratos individuais de trabalho, a atribuição de incentivos aos profissionais, a agilização dos processos de aquisição de bens e serviços e a contratualização do financiamento com o Ministério da Saúde em função dos objectivos de produção definidos.

Em 2002 foi transformado em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, evoluindo em 2005 para entidade pública empresarial, a exemplo do que aconteceu com a generalidade dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde.

O Hospital de São Sebastião está inserido na parte norte do Distrito de Aveiro, região onde se encontram localizadas mais quatro unidades hospitalares de pequena dimensão, ou seja o Hospital de São João da Madeira, o Hospital São Miguel (Oliveira de Azeméis), o Hospital Francisco Zagalo (Ovar) e o Hospital de Espinho, este último integrado no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho no 3º trimestre de 2007.

A 1 de Fevereiro de 2009, por força da  aplicação do Decreto-Lei nº 27/2009, de 27 de Janeiro, o Hospital de São Sebastião passou a integrar o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, E.P.E., em conjunto com o Hospital de São João da Madeira e Hospital São Miguel – Oliveira de Azeméis.

 

Origem do nome São Sebastião

No século XVI o povo das Terras de Santa Maria, nome porque era conhecida esta vasta região, vitimado pelos surtos de peste terá resolvido fazer um voto a São Sebastião, no qual se comprometia a homenagear o santo no dia da sua festa em troca de protecção. Para isso ofereciam-lhe três grandes pães doces – as fogaças – os quais eram levados, em procissão, do castelo até à igreja matriz. Aí, depois de benzidos, os pães eram distribuídos aos pobres. Reza ainda a tradição que o voto terá sido cumprido a preceito durante mais de 100 anos e que, quando foi interrompido, já no século XVII, terá havido um novo surto de peste. Descontente, a população reclamou junto do Município e, desde então, a promessa nunca mais foi quebrada. A procissão realiza-se todos os anos a 20 de Janeiro, dia de São Sebastião e feriado neste concelho.